Promover ações de sustentabilidade focadas em valores e no individuo. Este foi o assunto que norteou o painel “Educação Corporativa em Sustentabilidade”, realizado na última quinta-feira (05.11) durante o Global Forum America Latina. Representantes dos bancos Santander e Itaú-Unibanco apresentaram suas iniciativas que envolvem sustentabilidade dentro e fora das empresas.
O Santander compreende que é importante focar as ações nas pessoas e nas experiências de vida, atingindo os três níveis de engajamento: pensar, sentir e agir. Segundo Sandro Marques, gerente executivo de desenvolvimento sustentável do banco, a educação é o principal vetor para que a mudança cultural aconteça.
“Queremos ir além da política. A gente busca provocar uma mudança de patamar de consciência para que o colaborador seja um indivíduo melhor e assim produza de forma sustentável”, afirmou. Marques declarou que sustentabilidade não depende do tamanho do bolso e das empresas, “mas do tamanho da cabeça”.
Para Marici Becherer, superintendente da Escola Itaú-Unibanco de Negócios, a sustentabilidade é possível por meio de uma mudança de visão. “O sucesso do passado não mantém o sucesso do futuro”, afirmou. Segundo ela, é preciso olhar para o futuro e iniciar a sustentabilidade na empresa sempre com foco nos valores que regem a organização. Para que os resultados sejam efetivos, é necessário compreender que as pessoas são as principais envolvidas nesse processo.
Renata Nogueira, analista de sustentabilidade do Itaú-Unibanco, afirmou que a sociedade é a principal motivadora do processo de mudança nas empresas. Para ela, a cobrança de ações acontece com diversas empresas, inclusive com os bancos. “As pessoas se preocupam em saber quais são as atividades em que o banco está envolvido e o que está fazendo para transformar a realidade social”, garantiu.
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