Essa semana aconteceu uma coisa bem curiosa e que confirma a teoria que tenho a muito tempo: a de que assessores de imprensa são criadores de pautas muito antes que os jornalistas das redações quando se fala em comunicar o que faz um assessorado. Vou me explicar. Em uma seleção para uma vaga de assessor de imprensa um colega recebeu a seguinte intimação: quero testar a sua criatividade. É por isso que o jornalista que lida com empresas privadas, publicas ou ainda assessora um ONG precisa estar a frente das tendências e pautar o jornalista que está na redação. O termo “vender a matéria” significa ter uma ideia a frente para que o assunto esteja nos jornais do dia, semana ou mês seguinte.
O que seriam dos jornais sem os assessores e os assessores sem os jornais. Isso mostra que ambos precisam estar conectados para levar a melhor informação para a sociedade. As empresas que sobrevivem atualmente não são somente aquelas que tem bons produtos. É preciso comunicar o que são esses produtos, o que trazem de benefícios para as pessoas. A historia vai alem: é preciso comunicar além das portas das organizações as iniciativas que envolvem a sociedade, governo, instituições de ensino e por ai vai.
E a comunicação dessa forma vai ficando cada vez mais democrática, sempre envolvendo diversos segmentos da sociedade e atendendo a fome de informação de todos nós. E esse lado da comunicação empresarial me encanta, pois não é mais função dela construir uma imagem megaaaa positiva de uma organização. Mas com ética e seriedade, com compromisso da informação séria, o comunicador empresarial sabe bem onde quer chegar e como jornalista defendo esse elo entre sociedade e empresas, sejam elas publicas ou privadas.
Precisamos das empresas, precisamos das informações sobre elas, sejam boas ou ruins, precisamos da notícia. Precisamos dos jornalistas, precisamos dos comunicadores empresariais.

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