Fonte: Comunique-se
Autor: Anderson Scardoelli
Nos últimos anos, a profissão de Jornalista se deparou com a crescente de uma nova forma de trabalho na área: o freelancer. Mas será que na atualidade esse modelo de serviço é melhor para os profissionais da comunicação? Um jornalista ter emprego fixo, registrado, em algum grande veículo de comunicação não é algo tão proveitoso como antigamente? Dois jornalistas que escreveram livros sobre as duas formas de emprego respondem essas questões, e divergem sobre o tema.
Estabilidade
A editora de treinamento da Folha de S. Paulo, Ana Estela de Sousa Pinto, é um exemplo de jornalista que se dedica integralmente ao trabalho fixo. Ela está há 22 anos no jornal, empresa em que já foi secretária-assistente de Redação, repórter, editora e passou por diversas editorias. Em 1988, Ana Estela decidiu trocar a agronomia pela Folha e não se arrependeu, tanto que não sabe o que é trabalhar fora do jornal. De acordo com ela, a principal vantagem em ter um serviço registrado em algum veículo de comunicação é a estabilidade. Ana Estela é autora do livro A vaga é sua - como se preparar para trabalhar em Jornalismo, escrito em parceria com Cristina Moreno de Castro.
“Fiz muita coisa aqui (na Folha), tive vários cargos, conheço muita coisa no jornal. Ganhei muita experiência em várias áreas. Uma oportunidade que não sei se teria em outro lugar, ou se estivesse trabalhando como freelancer”, diz Ana Estela.
Flexibilidade
O jornalista Maurício Oliveira é autor do livro Manual do frila – o jornalista fora da redação e afirma que o trabalho de freelancer é a melhor opção para os profissionais da área. Ele conta que desde que escolheu entrar para a vida de freelancer, em 2003, até sua condição financeira melhorou, além de lhe proporcionar algo que considera de suma importância: ficar mais tempo com a família. Oliveira enxerga com ótimos olhos a carreira de um jornalista freelancer, tanto que afirma não se arrepender da escolha, mesmo tendo trabalho de forma fixa em grandes jornais e revistas, como Veja e Gazeta Mercantil.
“É ter domínio sobre seu dia, estar mais com a família. Quando se é freelancer a produtividade aumenta, há um controle maior do tempo. Em redação sempre para o trabalho para fazer outra coisa, perde a concentração para ficar na internet e tomar café”, argumenta Oliveira.
É a melhor escolha, mas tem pontos negativos
Enquanto Oliveira é um defensor da atuação como freelancer, ao contrário da jornalista da Folha, ambos assumem que os dois lados da profissão têm alguns problemas. O autor do Manual do Frila alerta que o freelancer “pode ficar esquecido” se começar a recusar muitas ofertas de trabalho que lhe são oferecidas.
“Quando se rejeita duas vezes um trabalho do mesmo veículo você fica esquecido, isso é muito delicado, às vezes se tem excesso de oferta de trabalho e temos que aprender a administrar”, revela Oliveira.
Já Ana Estela diz que no começo da carreira (estudantes e recém-formados) fazer freela pode auxiliar a ingressar no mercado, ajudando até mesmo na seleção de programas de treinamento, como o do diário paulista.
“No início de carreira, ser freelancer ajuda o profissional a ficar conhecido entre os editores de jornais e revistas. Auxilia inclusive em alguns processos seletivos. No começo, lutar por um trabalho registrado pode atrapalhar, porque a pessoa é boa, mas não tem experiência, nunca fez freela”, afirma Ana. Porém ela diz que se aparecer uma oportunidade de trabalho como freelancer e outra proposta para ter contrato fixo, o candidato deve optar pela segunda opção.
Estabilidade financeira
Os jornalistas divergem a respeito de um assunto que é indispensável para qualquer pessoa na hora de escolher um emprego: a estabilidade financeira. Segundo o freelancer Maurício Oliveira, um profissional que tem como linha de serviço apenas o que é passado de forma avulsa, sem um vínculo empregatício com nenhuma revista, jornal, site, rádio, ou emissora de televisão, pode e tem grandes chances de ter uma carreira que proporcione um bom patamar econômico.
“Para ganhar dinheiro freelar é um ótimo caminho. Eu consigo ganhar melhor depois que me tornei freelancer. Mas além do dinheiro, sendo freelancer tenho a possibilidade de morar em Florianópolis e fazer trabalho para alguma revista de São Paulo”, conta Oliveira, que complementa para dar uma dica de como se estruturar para não ter problemas com dinheiro: “Aprendi uma lógica depois que virei freelancer, tenho que me programar por ano e não por mês. E minha vida anualmente é estável”.
Porém, de acordo Ana Estela, a estabilidade econômica e os benefícios que um trabalho registrado oferece são os fatores que a fizeram nunca pensar em sair da Folha de S. Paulo para tentar seguir carreira como freelancer. Segundo ela, para ter sucesso contínuo apenas freelando é necessário ter um nome conhecido no mercado, coisa que muitos profissionais não conseguem.
“O principal benefício do trabalho fixo é a segurança, saber quanto vai ganhar no final do mês. Sendo contratada dá para se estruturar melhor. Com isso, prefiro continuar com a estabilidade do fixo, nunca pensei em ser freelancer”, afirma Ana Estela. A jornalista faz questão de deixar claro qual a sua preferência na forma de serviço no Jornalismo: “Para essa estabilidade financeira o trabalho fixo, em minha opinião, é melhor”.
Todo jornalista pode ser freelancer?
Para Ana Estela, não é todo profissional de comunicação que poderá se tornar freelancer. Entretanto, o jornalista acredita que falta esse tipo de profissional no mercado. “Penso que como freelancer, para você se firmar apenas com essa forma de serviço, é complicado, precisa já ter um certo nome na carreira, ser reconhecido por várias redações. Não acredito que todos jornalistas tenham que freelar”, diz a editora de treinamento da Folha.
Maurício discorda. "Há mercado para isso (todo jornalista se tornar freelancer). Os veículos estão precisando desse tipo de mão de obra. Mas o profissional tem que saber que a vida será corrida, muitas vezes serão cinco ou seis trabalhos de uma vez e tudo com prazo", comenta o profissional que há sete anos se dedica ao trabalho freelancer.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Não mate o mensageiro
Certa vez ouvi de uma gerente de comunicação durante uma palestra que não devemos matar o mensageiro. E quando a situação está no começo, o ideal é já cortar pela raiz antes que ela evolua. Matar o mensageiro é o mesmo que,por ocasiões exteriores ou estímulos que vem de fora de nosso escopo nos leva a um desanimo na hora de entender o nosso papel como comunicador na organização. No dia a dia pode ser que não se note a importância de uma nota automaticamente publicada no boletim.
Mas se refletirmos um pouco sobre o comunicador e a comunicação, vemos que o sentido das coisas está além. Comunicar é viver. De nada adianta fazer e não comunicar. É como se o que fosse feito ficassse preso em uma caixa secreta sem chances de ser disseminado. Agora quando a comunicação flui, percebemos que cair na rotina pode ser um perigo para os mensageiros.
Tem mais algumas questões. Nem todos em sua equipe podem estar engajados em uma causa nobre, que é fazer a comunicação de sua empresa, na melhor forma e com táticas do jornalismo empresarial engajado ao endomarketing. É a veia. É o viés. Não se deixe cair no piloto automático, pois sua luz como comunicador pode se apagar. O que falo aqui é no sentido de interesse e motivação, que vem de dentro par fora e também é estimulada pelo ambiente e pelas próprias pessoas.
Não tem nada melho que enfrentar os obstáculos, comunicar com a certeza e no final receber um email ou até mesmo uma ligação de seu cliente, dizendo que o objetivo dele foi atingido ou até passou da meta, julgando a comunicação feita pelo mensageiro como uma sutileza para o sucesso do trabalho, programa ou projeto.
Portanto mensageiros, leve a palavra com carinho e amor. Pense no seu cliente, no seu leitor e tenho a certeza de que os motivos que tinha para matar o mensageiro se acabam em apenas um segundo de reflexão.
Adiante, mensageiros, comunicadores empresariais, guerreiros da palavra!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Seja a diferença!
Ótimo texto escrito por Jéssica Simões.
Esta é a diferença dos profissionais que aproveitam uma oportunidade, diferente dos profissionais comuns
http://ometzonline.com/pt/operacional/palavra-da-cupula/seja-a-diferenca
Esta é a diferença dos profissionais que aproveitam uma oportunidade, diferente dos profissionais comuns
http://ometzonline.com/pt/operacional/palavra-da-cupula/seja-a-diferenca
domingo, 24 de outubro de 2010
Imagem e identidade ao mesmo tempo. Qual é a correta?
Você já parou para pensar na diferença entre imagem e identidade empresarial? Esses dois termos são diferentes e nos levam a dois aspectos: o que a empresa quer ser (imagem) e o que realmente ela é (identidade). Nem sempre é fácil diferenciar as duas questões. Isso porque, através da comunicação, muitas delas tentam passar uma imagem diferente da identidade. O que acabam ganhando mais tarde é fama de uma empresa que só tem discurso e pouca prática. E aqui poderia ficar citando centenas de exemplos de empresas brasileiras que usam da comunicação para manter uma boa imagem, no entanto a real identidade a compromete. Alias, não somente empresas, mas pessoas.
No setor empresarial pode-se descobrir se a empresa tem discurso e prática desalinhada quando, por exemplo, em uma conversa com algum funcionário, descobre-se que o que é divulgado sobre a empresa nada tem a ver com o que acontece internamente. É curioso. Porque depois de um tempo a casa realmente cai e a aí o jeito é fazer a chamada “gestão de crise”. E tem outra: a empresa esquece que seus colaboradores fazem parte do primeiro grupo de público em potencial.
Aqui vale o antigo ditado: Prevenir é melhor do que remediar. A comunicação é uma ferramenta poderosa, podendo criar e desfazer oportunidades e imagem. No entanto, uma vez mostrada uma imagem diferente da identidade, vai chegar o momento de mostrar as cartas na mesa. A organização pode pensar que por um momento está pagando barato, mas na verdade, pagará caro pela recuperação da boa imagem.
Então, ao realizar um plano de comunicação, é preciso entender a realidade da empresa, o que ela quer e onde quer chegar. Definidos os rumos, começar pela identidade é uma boa estratégia. De nada vai adiantar querer criar uma imagem que cedo ou tarde será desmentida de forma vergonhosa e pode até ser responsável pela falência dessa organização. Fique alerta e considere que imagem tem que ser igual a identidade para que não se perca o caráter, o público e a própria existência organizacional.
No setor empresarial pode-se descobrir se a empresa tem discurso e prática desalinhada quando, por exemplo, em uma conversa com algum funcionário, descobre-se que o que é divulgado sobre a empresa nada tem a ver com o que acontece internamente. É curioso. Porque depois de um tempo a casa realmente cai e a aí o jeito é fazer a chamada “gestão de crise”. E tem outra: a empresa esquece que seus colaboradores fazem parte do primeiro grupo de público em potencial.
Aqui vale o antigo ditado: Prevenir é melhor do que remediar. A comunicação é uma ferramenta poderosa, podendo criar e desfazer oportunidades e imagem. No entanto, uma vez mostrada uma imagem diferente da identidade, vai chegar o momento de mostrar as cartas na mesa. A organização pode pensar que por um momento está pagando barato, mas na verdade, pagará caro pela recuperação da boa imagem.
Então, ao realizar um plano de comunicação, é preciso entender a realidade da empresa, o que ela quer e onde quer chegar. Definidos os rumos, começar pela identidade é uma boa estratégia. De nada vai adiantar querer criar uma imagem que cedo ou tarde será desmentida de forma vergonhosa e pode até ser responsável pela falência dessa organização. Fique alerta e considere que imagem tem que ser igual a identidade para que não se perca o caráter, o público e a própria existência organizacional.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Comunicação interna: o pãozinho nosso de cada dia por Luiz Antônio Gaulia
Confira o artigo de Luiz Antônio Gaulia, publicado no site da Aberje - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.
Motivar, envolver, alinhar, integrar e mais recentemente comprometer e engajar os empregados são, em geral, as tarefas da comunicação interna.
Digo tarefas porque comunicadores reunidos nas áreas de RH ou DHO, geralmente não são considerados como profissionais estratégicos. Personificam a execução de tarefas: respondem como padeiros diante da fila de clientes que surgem pelos corredores exigindo “pão quentinho a toda hora”. Lembrando que, na maioria dos casos, nossos comunicadores entregam apenas um tipo de pãozinho (esqueçam a possibilidade de croissants).
A comunicação interna que circula na organização torna-se, portanto, pouco saborosa. Mais uma obrigação em cumprir com o uso da farinha no estoque do que com o entusiasmo por novas receitas e descobertas.
Informação fria, cardápio insosso. Diante dessa vitrine, como ficar motivado? Engajado?
Como quebrar o ciclo de reatividade e avançar estrategicamente com uma comunicação capaz de transformar a “padaria” inteira? A começar pelos padeiros: a mente envolta pela nuvem de farinha e pelo calor do forno nem percebe que do outro lado da rua servem café com biscoito, frutas, pão com queijo e presunto, doces e tortas. Do outro lado da rua tem música ao vivo e...não tem fila!
O que quero dizer com toda essa comparação entre pães, padeiros e a comunicação interna? Ora, o que todos nós já sabemos: para se avançar com um trabalho que de fato mexa com as pessoas e traga significado para a rotina de trabalho é preciso que a comunicação seja forma, mas também conteúdo. Que seja um ritual de relacionamentos e não um texto decorado e repetitivo. Que tenha compromisso com a ética e a transparência e não seja uma promessa que nunca será cumprida de fato.
A comunicação interna pode ser o pão nosso de cada dia desde que seja sinônimo de palavra e não de ruído. Sinônimo de esclarecimento e não de embromação. Que seja o alimento mágico de aproximação entre líderes e times de trabalho ao redor de uma farta mesa. Onde todos tenham voz (e ouvidos) para saber compartilhar e tornar realidade uma visão de futuro.
Motivar, envolver, alinhar, integrar e mais recentemente comprometer e engajar os empregados são, em geral, as tarefas da comunicação interna.
Digo tarefas porque comunicadores reunidos nas áreas de RH ou DHO, geralmente não são considerados como profissionais estratégicos. Personificam a execução de tarefas: respondem como padeiros diante da fila de clientes que surgem pelos corredores exigindo “pão quentinho a toda hora”. Lembrando que, na maioria dos casos, nossos comunicadores entregam apenas um tipo de pãozinho (esqueçam a possibilidade de croissants).
A comunicação interna que circula na organização torna-se, portanto, pouco saborosa. Mais uma obrigação em cumprir com o uso da farinha no estoque do que com o entusiasmo por novas receitas e descobertas.
Informação fria, cardápio insosso. Diante dessa vitrine, como ficar motivado? Engajado?
Como quebrar o ciclo de reatividade e avançar estrategicamente com uma comunicação capaz de transformar a “padaria” inteira? A começar pelos padeiros: a mente envolta pela nuvem de farinha e pelo calor do forno nem percebe que do outro lado da rua servem café com biscoito, frutas, pão com queijo e presunto, doces e tortas. Do outro lado da rua tem música ao vivo e...não tem fila!
O que quero dizer com toda essa comparação entre pães, padeiros e a comunicação interna? Ora, o que todos nós já sabemos: para se avançar com um trabalho que de fato mexa com as pessoas e traga significado para a rotina de trabalho é preciso que a comunicação seja forma, mas também conteúdo. Que seja um ritual de relacionamentos e não um texto decorado e repetitivo. Que tenha compromisso com a ética e a transparência e não seja uma promessa que nunca será cumprida de fato.
A comunicação interna pode ser o pão nosso de cada dia desde que seja sinônimo de palavra e não de ruído. Sinônimo de esclarecimento e não de embromação. Que seja o alimento mágico de aproximação entre líderes e times de trabalho ao redor de uma farta mesa. Onde todos tenham voz (e ouvidos) para saber compartilhar e tornar realidade uma visão de futuro.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Diferentes mas iguais
Quem quer atingir a público jovem não pode deixar de entender um pouco sobre essa nova geração, que em muito se parece com as anteriores. Confira o perfil dos jovens através de uma interessante matéria publicada no Jornal Gazeta do Povo.
"Os adolescentes de hoje apenas parecem diferentes dos jovens do passado. Eles continuam andando em grupos, são adeptos a modismos e vestem-se e comportam-se como seus amigos. Confira os prós e contras desse comportamento". Saiba mais.
"Os adolescentes de hoje apenas parecem diferentes dos jovens do passado. Eles continuam andando em grupos, são adeptos a modismos e vestem-se e comportam-se como seus amigos. Confira os prós e contras desse comportamento". Saiba mais.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Prêmio e outras questões...
A comunicação empresarial no Brasil está com uma novidade recém saída do forno. No dia 13 de outubro conhecemos os vencedores regionais do Prêmio Aberje 2010, o maior prêmio de comunicação empresarial/organizacional do Brasil. As empresas que venceram a etapa regional concorrem agora na etapa nacional que vai revelar as melhores ações em comunicação empresarial no país. O prêmio é uma iniciativa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje). Os vencedores das regionais apresentam novamente os trabalhos em audiência pública em São Paulo no dia 5 de novembro.
Ao todo são dez categorias: campanha de comunicação de marketing; comunicação de programas, projetos e ações culturais; relacionamento com a imprensa, relacionamento com a sociedade, com investidores, público interno, responsabilidade histórica e memória empresarial, mídia impressa, publicação especial e mídia audiovisual. As empresas vencedoras da região sul e de outras regiões do Brasil podem ser consultadas no site www.premioaberje.com.br.
Através dessas categorias podemos perceber como a comunicação empresarial é ampla e atende a diversas esferas nas organizações. Além de ser uma vitrine, o prêmio mostra empresas que se preocupam com seus públicos e que possuem um avanço na comunicação. Mais que do que estar no mercado, é preciso se comunicar. E falando nisso a comunicação empresarial também tem data comemorativa. No dia 8 de outubro os profissionais da área comemoram o dia nacional da comunicação empresarial.
Aliás esses dias, lendo o jornal Valor Econômico, vi uma matéria sobre as redes sociais. Infelizmente no Brasil somente 36% das empresas utilizam essa ferramenta como uma forma de comunicação oficial com seus públicos. Eu achava até que poderia ser maior esse número, mas me enganei e percebi que ainda são poucas as organizações preocupadas com o poder da rede virtual. O Boticário e Natura estão entre as empresas que sabem como utilizar as redes socias dentro do mix da comunicação empresarial e usam como uma ferramenta aliada à empresa. Achei o número ainda relativamente pequeno, mas acredito que deva aumentar a utilização do twitter, facebook, entre outras redes sociais.
Para quem está ligado na área virtual pode conferir o recém case da Nextel. Conectada a rede social facebook a empresa desenvolveu um vídeo interativo, no qual o participante indica seus amigos na rede, que vão fazer parte do filme. O texto é engraçado e o mais interessante é que no final o participante tem uma surpresa. É surpreendido por uma ligação que acontece simultaneamente ao vídeo. Ficou curioso? Acesse sua rede virtual e confira. E muita novidade ainda vem por ai. A comunicação empresarial está inovando cada vez mais e sendo assertiva com a sociedade, deixando de ser apenas uma política de imagem para ser uma estratégia fundamental para a sobrevivência das empresas de pequeno, médio e grande porte.
--
Vanessa Dasko
Jornalista - MTB 8427/PR
Ao todo são dez categorias: campanha de comunicação de marketing; comunicação de programas, projetos e ações culturais; relacionamento com a imprensa, relacionamento com a sociedade, com investidores, público interno, responsabilidade histórica e memória empresarial, mídia impressa, publicação especial e mídia audiovisual. As empresas vencedoras da região sul e de outras regiões do Brasil podem ser consultadas no site www.premioaberje.com.br.
Através dessas categorias podemos perceber como a comunicação empresarial é ampla e atende a diversas esferas nas organizações. Além de ser uma vitrine, o prêmio mostra empresas que se preocupam com seus públicos e que possuem um avanço na comunicação. Mais que do que estar no mercado, é preciso se comunicar. E falando nisso a comunicação empresarial também tem data comemorativa. No dia 8 de outubro os profissionais da área comemoram o dia nacional da comunicação empresarial.
Aliás esses dias, lendo o jornal Valor Econômico, vi uma matéria sobre as redes sociais. Infelizmente no Brasil somente 36% das empresas utilizam essa ferramenta como uma forma de comunicação oficial com seus públicos. Eu achava até que poderia ser maior esse número, mas me enganei e percebi que ainda são poucas as organizações preocupadas com o poder da rede virtual. O Boticário e Natura estão entre as empresas que sabem como utilizar as redes socias dentro do mix da comunicação empresarial e usam como uma ferramenta aliada à empresa. Achei o número ainda relativamente pequeno, mas acredito que deva aumentar a utilização do twitter, facebook, entre outras redes sociais.
Para quem está ligado na área virtual pode conferir o recém case da Nextel. Conectada a rede social facebook a empresa desenvolveu um vídeo interativo, no qual o participante indica seus amigos na rede, que vão fazer parte do filme. O texto é engraçado e o mais interessante é que no final o participante tem uma surpresa. É surpreendido por uma ligação que acontece simultaneamente ao vídeo. Ficou curioso? Acesse sua rede virtual e confira. E muita novidade ainda vem por ai. A comunicação empresarial está inovando cada vez mais e sendo assertiva com a sociedade, deixando de ser apenas uma política de imagem para ser uma estratégia fundamental para a sobrevivência das empresas de pequeno, médio e grande porte.
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Vanessa Dasko
Jornalista - MTB 8427/PR
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