quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Vencedores da Região Sul - Prêmio Aberje 2010

Campanha de Comunicação de Marketing


Rede Marista Aprender a ser feliz - Campanha de Fidelização e Captação da Rede Marista do RS -

Comunicação de Programas, Projetos e Ações Culturais (1)

Editora Positivo Ações especiais: o relacionamento com clientes da rede particular de ensino -

Petrobras Faça seu curta Petrobras em festivais de cinema -


Comunicação e Relacionamento com a Imprensa

Ecovia Construção do Viaduto Borda do Campo NQM Comunicação


Comunicação e Relacionamento com a Sociedade

Fundação Bunge Conhecer para Sustentar: Vale do Itajaí -


Comunicação e Relacionamento com Investidores

Unimed Londrina Programa de Comunicação e Relacionamento "Uma Escolha para a Vida" OZ Propaganda


Comunicação e Relacionamento com o Público Interno

AGCO A Comunicação Interna como estratégia eficaz de integração 


Responsabilidade Histórica e Memória Empresarial

FIEP 65 anos da FIEP -



Mídia Impressa

FIEP Comunicação Editorial do Sistema FIEP


Publicação Especial

Unimed Londrina Livro Caçadores de Relâmpagos OZ Propaganda


Mídia Audiovisual

Endesa Cien Mulheres Integradas AV Produções

Conheça os vencedores do Prêmio Aberje 2010

No dia de hoje, a Aberje reuniu em São Paulo todos os representantes da Governança do Prêmio Aberje - a Gerência do Prêmio, Jovanka Mariana e Bruno Affonso; o ombudsman do Prêmio, Roberto de Castro Neves; o representante da auditoria BDO, Felipe Melchioretto; e a representante da Rubens Naves Escritórios de Advocacia, Valéria Trezza – para o anúncio dos vencedores do Prêmio 2010 das seguintes regiões: Espírito Santo e Rio de Janeiro; Minas Gerais e Centro-Oeste; Norte e Nordeste; São Paulo; e Sul. Confira os vencedores de cada uma das regiões no site do Prêmio Aberje. Os vencedores farão novas apresentações dos trabalhos na Audiência Pública Brasil, no dia 5 de novembro, em São Paulo.

http://www.premioaberje.com.br/

Fonte: Aberje

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Conheça o seu momento flow!




Mihaly Csikszentmihalyi fala sobre o estado de Flow
 
Vale a pena assistir ao vídeo.
Palavras enriquecedoras!
 
Confira:
 
http://www.ted.com/talks/lang/por_br/mihaly_csikszentmihalyi_on_flow.html

Eu recomendo: A relação “quase perfeita” entre o desafio e a habilidade

Hoje eu li um daqueles textos que nos inspira. Nos motiva, nos dá força para entender até onde vai o nosso talento, garra e força de vontade X dificuldades, problemas, insegurança. Sabe aqueles textos que você termina de ler e diz: VERDADE!. O texto é de Paulo Campos, que escreve para o blog Mochleiro Corporativo e o qual eu tive a honra de conhecer pessoalmente durante um treinamento focado em motivação e autoconhecimento.

Recomendo na certeza de palavras que vão enriquecer o seu dia! Recomendo também o blog:  http://vocesa.abril.com.br/blog/mochileiro-corporativo/

Chega de léro léro e vamos ao texto:

A relação “quase perfeita” entre o desafio e a habilidade


No seu dia-a-dia profissional e/ou acadêmico, você já passou por uma sensação de fazer uma atividade com tanta destreza e concentração que nem percebeu o tempo passar e quando se deu conta já era noite? Em outra situação, o que você estava fazendo era tão desafiador, tão prazeroso, tão estimulante que você não percebeu o tempo passar e quando o dia começou a amanhecer você teve a certeza que o resultado final foi excelente. Você consegue lembrar-se da última vez que isso aconteceu? O que você estava fazendo? Quais eram as condições, os recursos, o tempo para entrega? Esse momento de “fluir espontâneo” é chamado pelo pesquisador húngaro, Mihaly Csikszentmihalyi, de Flow ou Experiência do Fluxo, no seu livro “Gestão Qualificada”, da Editora Bookman.

O flow faz com que possamos nos sentir melhor no momento, capacitando-nos a experimentar o incrível potencial do corpo e da mente trabalhando em perfeita harmonia. A persistência supera o talento, ou seja, o flow exige mais esforço do que prazer. A dedicação, repetição e disciplina ajudam a tornar o desempenho quase perfeito.

Um elemento básico para essa experiência de flow é que a tarefa a ser cumprida atrai, por sua complexidade, com tanta intensidade, que as pessoas chegam a se perder em si mesmas. Podemos ter algumas situações onde é possível alcançarmos este estado de espírito:

1.Quando temos metas claras;

2.Recebemos feedback imediato constantemente;

3.Quando temos um equilíbrio entre oportunidade e capacidade;

4.Ficamos concentrados rapidamente;

5.O foco é “no quê e no como” estamos fazendo;

6.Temos o controle da situação;

7.A noção do tempo é alterada (não queremos que termine o momento);

8.A perda do ego, da individualidade.

Por exemplo, numa certa manhã você tem bem claro quais são as suas metas para aquele dia e inicia rapidamente a tarefa. Em poucos minutos você está concentrado no que está fazendo que nem percebe o tempo passar e, quando olha o relógio, já são 15 horas. Seus colegas conversam com você e dizem que em determinado momento tentaram chamá-lo para o almoço, mas você nem respondeu. O trabalho está feito e ao entregá-lo ao seu líder não só ele aprova como também lhe dá os parabéns. Você até fica meio sem graça, pois foi uma atividade relativamente fácil e você divertiu-se ao fazê-la.

Esta relação “quase perfeita” entre o desafio de uma tarefa e a sua habilidade de realizá-la exige um investimento em se conhecer, no uso dos seus pontos fortes e também na oportunidade de encontrar algo na vida que lhe dá prazer. Se o desafio é muito maior que a habilidade, a sensação é de ansiedade. E se o desafio é muito menor do que a habilidade, a sensação é de marasmo. Quando o desafio pede que sejamos levados para além da nossa área de conforto, saímos do invólucro. O prefixo ‘DES’ significa “não estar”. Desenvolver é sair da área de conforto. Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

E aqui vai uma Dicaduka: Nessa semana registre as suas atividades e perceba aquelas que mais lhe dão prazer. Faça outra lista com as atividades que você faz na qual a complexidade é alta e o resultado excelente. Existem algumas atividades que se repetem nas duas listas? Seu sucesso profissional e pessoal depende muito dessa intersecção:

O que você gosta de fazer X O que você faz muito bem

Mochila nas costas e até a próxima trilha!

Paulo Campos / @pvcampos10

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Matéria sobre Redes Sociais no Valor Ecônomico

Para quem puder conferir, hoje, no Jornal Valor Econômico, saiu uma matéria sobre "Companhias ainda ignoram redes sociais". A matéria mostra que ainda poucas empresas estão ligadas na rede virtual, como eu já esperava e tinha descrito no texto,aqui no blog. Apenas 36,4% das empresas nacionais usam pelo menos uma plataforma de rede social. A matéria está na´página B3!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Comunicação e rede social: uma tendência sem fim?

No final de agosto tive a oportunidade de participar da 4ª Conferência de Comunicação Interna em São Paulo. O evento me fez refletir sobre a área nas organizações e um mercado novo, que vejo como promissor para comunicólogos e gostaria de compartilhar. A comunicação interna nas empresas vem sendo enxergada como uma necessidade, ainda que muitas não consigam medir os resultados de imediato, afinal no quesito capital tudo ou quase tudo precisa ser mensurado.

A comunicação interna vai além de informar acontecimentos na empresa. Ela tem que envolver, gerar o sentimento de pertence dentro da organização. E o resultado é que isso reflete dentro e fora dela. Nota-se que as melhores empresas para se trabalhar investem pesado em comunicação. E porque tudo isso? Ninguém gosta de ser o último a saber das coisas. E nas organizações esse processo não é diferente. Mas porque ainda as equipes de comunicação interna são enxutas? E não estamos falando apenas de pequenas e médias empresas. Refiro-me a empresas grandes, com sedes em vários estados brasileiros e até na America Latina. No geral, as equipes são compostas por três ou cinco profissionais que atendem as demandas. Aí vêm duas questões importantes: de um lado a profissão, que é recente e está em ascensão acelerada e de outro o trabalho árduo de convencer os executivos de que a função do comunicador vai além de trabalhar em momentos de crise organizacional e fazer textos informativos.

E tem mais. O que espera as empresas em termos de comunicação está a frente das tecnologias de redes sociais. Tem gente que tem receio e até evita o uso dessas novas ferramentas, mas tem gente que vê aí a oportunidade para o desenvolvimento. Recentemente li uma matéria sobre reivindicações feitas por moradores de um bairro de Curitiba através do twitter. A novidade é a solicitação na rede social acabou dando resultado. As redes sociais estão mais vivas do que nunca. E como a comunicação é uma tendência sem fim, elas podem ser aliadas ou inimigas das organizações.

Aliás, o que vem por ai é comunicação com interação. Celulares mais modernos já apresentam em sua configuração original programas de redes sociais, como twitter, facebook, entre outros. É a atualização imediata de assuntos soltos pela rede virtual. Em que lugar tudo isso vai chegar? Todo esse “bum” que amedronta algumas empresas pode ser visto como algo extremamente positivo. Tem organização que ainda não sabe como lidar com esse “bum” da comunicação em rede. Sabendo ou não, o que ela vai perceber é que poderá cair nas redes sociais através de seus clientes, colaboradores e/ou parceiros.