quinta-feira, 30 de abril de 2009
Comunicação Corporativa nas Organizações
O download do conteúdo está disponível em:
http://www.aberje.com.br/novo/acao_pesquisa.asp
A parceria com o jornal “Valor Econômico” reflete a percepção de que a Comunicação Corporativa é um segmento de mercado que cresce em importância e investimentos, abre novas perspectivas para os profissionais da área e coloca o tema no mais elevado nível do debate no universo dos negócios.
O estudo foi coordenado pelo Prof. Dr. Paulo Nassar, Diretor-Geral da ABERJE e professor da ECA-USP e pela Profª Suzel Figueiredo, diretora do DatABERJE.
Fonte: Aberje
sábado, 27 de setembro de 2008
Administração Participativa e Comunicação Empresarial
A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas, aprimorando a satisfação e a motivação no trabalho, contribuindo para o melhor desempenho e para a competitividade das organizações. Esse método permite a manifestação dos funcionários em relação ao processo de administração da empresa de forma organizada e responsável, sempre contribuindo com suas experiências e conhecimentos, buscando sempre agregar mais valores às funções e pessoas dos quais participa. Administar de forma participativa consiste em compartilhar as decisões que afetam a empresa, não apenas com funcionários, mas também com clientes ou usuários, fornecedores, e eventualmente distribuidores da organização. A meta da administração participativa é construir uma organização participativa em todas as interfaces. No modelo participativo, predominam a liderença, a disciplina e a autonomia. Nas organizações que adotam esse modelo, as pessoas são responsáveis por seu próprio comportamento e desempenho. A administração participativa é um dos campos mais complexos da moderna teoria geral da administração, envolvendo diversos conceitos, técnicas, experiências práticas e um profundo conteúdo filosófico-doutrinário. De maneira abrangente, administração participativa é uma filosofia ou doutrina que valoriza a participação das pessoas no processo de tomar decisões sobre diversos aspectos da administração das organizações.Essa definição tem diversas implicações:
- A participação das pessoas envolvidas nos diversos níveis de decisão contribui para aumentar a qualidade das decisões e da administração, bem como a satisfação e a motivação das pessoas. - A alienação desperdiça o potencial de contribuição das pessoas.- Aprimorando a decisão e o clima organizacional, a administração participativa contribui para aumentar a competitividade das organizações.
Uma definição mais prática e abrangente pode ser assim enunciada: Administrar participativamente consiste em compartilhar as decisões da empresa, não apenas com funcionários, mas também com clientes ou usuários, fornecedores, e eventualmente distribuidores ou concessionários da organização.
O grau e o tipo de participação pode variar de acordo com a organização e às vezes, na própria organização. Assim, numa mesma organização pode-se encontrar características participativas e em outros aspectos da mesma organização elas não estarem presentes. Na década de 60, Rensis Likert realizou uma pesquisa com objetivo de identificar as características das empresas de melhor desempenho. Likert (apud CHIAVENATO, 2000, p. 290) identificou quatro sistemas administrativos (1, 2, 3 e 4) colocando-os numa “régua”, onde um extremo representa o sistema autoritário (sistema 1) e o outro o participativo(sistema 4). Entre os extremos ficam dois sistemas intermediários (sistemas 2 e 3). De maneira geral, Likert identificou que as empresas representadas pelo sistema 4 (participativo), tinham melhor desempenho, tanto pelos resultados econômico-financeiros, como pela satisfação dos funcionários. O sistema participativo (sistema quatro de Likert), possui segundo Chiavenato (2000), entre outras, as seguintes características: as decisões são delegadas e descentralizadas, a comunicação flui em todos os sentidos, o trabalho é realizado em equipe, as relações interpessoais são baseadas na confiança mútua e não em cargos e outros esquemas formais. As formas de participação podem ocorrer de diversas formas, sejam elas através da abertura de canais de comunicação, nas próprias decisões ou nos resultados.Na administração, em especial na gestão de pessoas, há duas maneiras básicas de se enxergar o ser humano: No modelo tradicional, as pessoas são consideradas meros recursos ou meios de produção. A segunda procura promover um estilo de administração dinâmico, democrático e extrovertido, fundamentando-se em valores sociais e humanos. Existem vários níveis e maneiras de participar. Dependendo da situação, a ação participativa pode se realizar com maior ou menor sucesso.
É importante notar que:
Há maior participação quando os interesses do indivíduo e do grupo estão vinculados, isto é, quando os integrantes se conhecem bem e podem se comunicar num clima de confiança. As diferenças entre as pessoas constituem uma poderosa força para o dinamismo e o funcionamento do grupo. Existe maior sucesso no processo participativo quando o indivíduo e o grupo sentem concreta e imediatamente os efeitos de suas ações. O diálogo - envolvendo a discussão de idéias, a crítica fundamentada e o respeito às opiniões do outro - reforça a participação no grupo e pode levar a um acordo que satisfaça à maioria dos envolvidos. A participação é tanto maior quanto maior for a identificação entre os integrantes do grupo. A participação é tanto maior quanto maior for a identificação entre os integrantes do grupo.
Cultura e comunicação na relação entre empresas e consumidores
Gruning e Hunt, autores citados por Valéria, desenvolveram uma pesquisa em organizações americanas para analisar como eram as práticas de Relações Públicas adotadas por estas instituições. Estes teóricos estabeleceram modelos de Relações Públicas, classificando-os, de acordo com o tipo de comunicação entre empresa e consumidor que se estabeleciam: assimétrico ou simétrico de duas vias. O Grupo Pão de Açucar, segundo estas considerações, pertence ao modelo simétrico de duas vias. Isto porque existe um equlibrio entre empresa e consumidor e um entendimento mútuo entre os dois, através de um modelo de função estratégica de SAC, o ombudsman. O modelo simétrico de duas vias é considerado o modelo ideal de Relações Públicas, pois ao mesmo tempo em que mantém um entendimento mútuo entre empresa/consumidor, procura administrar possíveis conflitos entre ambos.
- A maneira como a empresa se adapta as exigências do ambiente externo, integra os membros da organização e lida com conflitos é consequência de sua Cultura Organizacional que também reflete em grande parte em como o SAC é administrado pela organização, e mantém as relações entre empresa/consumidor.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
DEBATE & REBATE / Clube de Criação do Paraná
Fonte: Clube de Criação do Paraná
Nesta segunda-feira, dia 29, o CCPR realiza mais um 91 Debate & Rebate, com os publicitários Renato Cavalher (OpusMúltipla) e João Marcon (CCZ). Moderados pela jornalista Rafaella Malucelli, os profissionais vão discutir o tema “Publicidade de bebidas alcoólicas”.O bate papo, transmitido ao vivo do Shopping Estação pela 91 Rock (91.3 FM), vai contar com a presença dos alunos do curso de Publicidade e Propaganda do UNICURITIBA na platéia.O evento ocorre no segundo piso do shopping, a partir das 21h, e é aberto ao público. Chegue cedo e garanta seu lugar. Mais informações pelo e-mail ccpr@ccpr.org.br.
Outras informações em www.ccpr.org.br
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Comunicação Coorporativa e Empresarial
Por Wilson da Costa Bueno (Jornalista, professor do programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UMESP e de Jornalismo da ECA/USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa)
Clique aqui e confira
A importância de um Planejamento de Comunicação
Devemos lembrar que um sistema de comunicação empresarial deve se guiar e se orientar por conceitos comuns à informação e aos negócios. Há um consenso de que tanto a mídia como a empresa desempenham funções vitais no progresso e no desenvolvimento da sociedade moderna. Os meios de comunicação internos devem e precisam necessariamente ter continuidade e não devem aparecer somente em momentos delicados pelos quais esteja passando.
Um sistema efetivo de comunicação empresarial deve reforçar a idéia de que se fazem contatos diretos com empregados e com o universo de consumidores, fornecedores, acionistas, clientes. São os chamados stakeholders da empresa.
É importante destacar que toda publicação deve refletir a imagem institucional da empresa. Por isso, a Assessoria de Comunicação e Imprensa tem de ser cuidadosa com aspectos editoriais e gráficos e oferecer um produto de qualidade para que os meios de comunicação sejam lisos e cumpram com a finalidade. Um produto mal apresentado gera má impressão. A linguagem deve ser clara, simples e objetiva.
A elaboração de um planejamento estratégico eficiente de comunicação corporativa visa estabelecer a identidade das organizações e fortalecer a marca institucional.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Preconceito.......Desleixo Social...!
Até onde o preconceito neste país vai chegar? Quando é que as pessoas deixarão de ser hipócritas o suficiente para assumirem que no íntimo são preconceituosas?
Curitiba, um dia do mês de dezembro, pegava um ônibus em um dos terminais mais movimentados da capital. Como de costume, as pessoas entram no ônibus evitando olhares e eis que sentam três meninos, de roupa simples, calçando chinelos. Em seguida, uma mulher grávida de aproxima, mas logo se afasta, procurando bancos “preferenciais”. O motorista, em sua função de funcionário, com mínima delicadeza possível pergunta aos meninos se não vão ceder lugar para a mulher com o filho no colo e faz um comentário que poderia custar a sua vida naquele momento – afinal, as pessoas são imprevisíveis em seu intimo! “Aposto que nem pagaram a passagem, são daqueles!”. Na ocasião, todos ficaram parados, observando a cena como se fosse indiferente ao social. Os meninos, humildemente confirmar que sim, pagaram a passagem. E mais uma humilhação diante de nós. O menino é levado pelo motorista até o guichê, onde o pagamento da passagem é realizado, para confirmar o discurso. Educados e mal vestidos, se é assim que a sociedade os julgou, os meninos mantiveram a postura de educação todo o tempo. Nesta história, o preconceito estava na cara de todos. Alguns revoltados, outros nem tanto, outros indiferentes e ainda tem os que taparam os olhos, boca e ouvidos diante da situação.
Esta provado que a aparência é o julgamento do próximo e vivido na pele a humilhação, sabemos do que se trata. Brasil, o país do OBA OBA, o país da liberdade completa, em que existem leis desrespeitadas é também o país em que o cidadão não conhece os seus direitos, é um país ainda repleto de preconceito, de desleixo social. Rico em concretismo da paisagem e pobre no abstrato do conhecimento...