Certa vez ouvi de uma gerente de comunicação durante uma palestra que não devemos matar o mensageiro. E quando a situação está no começo, o ideal é já cortar pela raiz antes que ela evolua. Matar o mensageiro é o mesmo que,por ocasiões exteriores ou estímulos que vem de fora de nosso escopo nos leva a um desanimo na hora de entender o nosso papel como comunicador na organização. No dia a dia pode ser que não se note a importância de uma nota automaticamente publicada no boletim.
Mas se refletirmos um pouco sobre o comunicador e a comunicação, vemos que o sentido das coisas está além. Comunicar é viver. De nada adianta fazer e não comunicar. É como se o que fosse feito ficassse preso em uma caixa secreta sem chances de ser disseminado. Agora quando a comunicação flui, percebemos que cair na rotina pode ser um perigo para os mensageiros.
Tem mais algumas questões. Nem todos em sua equipe podem estar engajados em uma causa nobre, que é fazer a comunicação de sua empresa, na melhor forma e com táticas do jornalismo empresarial engajado ao endomarketing. É a veia. É o viés. Não se deixe cair no piloto automático, pois sua luz como comunicador pode se apagar. O que falo aqui é no sentido de interesse e motivação, que vem de dentro par fora e também é estimulada pelo ambiente e pelas próprias pessoas.
Não tem nada melho que enfrentar os obstáculos, comunicar com a certeza e no final receber um email ou até mesmo uma ligação de seu cliente, dizendo que o objetivo dele foi atingido ou até passou da meta, julgando a comunicação feita pelo mensageiro como uma sutileza para o sucesso do trabalho, programa ou projeto.
Portanto mensageiros, leve a palavra com carinho e amor. Pense no seu cliente, no seu leitor e tenho a certeza de que os motivos que tinha para matar o mensageiro se acabam em apenas um segundo de reflexão.
Adiante, mensageiros, comunicadores empresariais, guerreiros da palavra!